Divã Veterinário
Mayra Catharino
Médica Veterinária pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), apaixonada por fotos e bichos. Enxergou na internet a oportunidade de ajudar pessoas e pets, se encantando pela blogosfera, criando assim o Divã Veterinário. Para saber mais, clique aqui
Palestras e Eventos

VisitaCão do Divã: Arraial da AUG

Mayra Catharino2 comments

Mais um VisitaCão do Divã no ar e dessa vez fomos conferir o Arraial da Adote Um Gatinho (AUG); nada mais, nada menos que a maior ONG brasileira de resgate e adoção de felinos. – Aperta o play e confira de perto um pouquinho do que rolou!

A AUG realiza dois eventos anuais: o arraial e o bazar de natal. Esses eventos são para arrecadar fundos para a ONG nos meses de julho e dezembro, épocas onde a doação cai drasticamente por conta das férias e das festas.

Nesses eventos você encontra produtos para gatinhos e para humanos da marca AUG, comidinhas vegetarianas e veganas, além dos produtos das lojas parceiras (parte da venda do stand dessas lojas é revertida para a ONG). – Tenho que confessar que o cachorro quente vegetariano é uma delícia! Recomendo à todos!

O arraial desse ano (2017) contou com as seguintes lojas parceiras:

Os produtos que aparecem no vídeo estão todos nas lojinhas virtuais (link acima no nome das lojas)!

E aí, gostaram? Se você não pode ir, mas quer ajudar o trabalho lindo dessa ONG, dá um pulinho na lojinha virtual da AUG, lá você encontra os produtinhos da marca da ONG.

Ahhh! A loja Bigodiva tem um cupom de 10% desconto para quem conheceu a lojinha através da AUG. E parte do lucro é repassado para a ONG. Basta digitar “AUGSP” (no campo cupom de desconto) na hora de finalizar a compra!

E por hoje é isso pessoal!

Um SUPER beijo e até a próxima!


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Quer ver seu evento ou estabelecimento por aqui? Mande um convite para gente no parceria@divaveterinario.com.br!

Produzido e editado por Lucas Rodrigues.

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Alimentos

Alimentos tóxicos para cães e gatos

Mayra Catharino

Quem é que não tem um cãozinho ou um gatinho que fica pedindo comida? Aquela carinha linda acaba nos convencendo a dividir nossa comida… Mas nem sempre os nossos alimentos são seguros para dar para nossos pets. Nesse vídeo falo alguns alimentos tóxicos para cães e gatos. Tá esperando o quê? Aperta play!

Espero que a matéria tenha sido útil! Compartilha o vídeo nas suas redes sociais, assim você ajuda a manter mais animais longe desses alimentos. Aproveita e também segue o blog: Facebook ♥ Instagram ♥ Twitter ♥ Youtube ♥ Pinterest.

Um SUPER beijo e até a próxima!


Literatura utilizada:

  1. SAMPAIO, A. B. et al.; Intoxicação Alimentar por Chocolate em Cães. XIII Seminário Interinstitucional de Ensino Pesquisa e Extensão. UNICRUZ, Cruz Alta, 2010. Disponível em: <http://www.unicruz.edu.br/15_seminario/seminario_2010/CCS/INTOXICA%C3%87%C3%83O%20POR%20CHOCOLATE%20EM%20C%C3%83ES.pdf>. Acesso em: 24. mai. 2017
  2. ALVES, A. B.; BRAGAGNOLO, N. Terminação simultânea de teobromina, teofilina e cafeína em chás por cromatografia líquida de alta eficiência. Revista brasileira de ciências farmacêuticas, Campinas, v. 38, n. 2, p. 237-243,abr./jun. 2002. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rbcf/v38n2/v38n2a13>.Acesso em: 24 mai. 2017.
  3. QUÍMICA IFTM. Teobromina. Disponível em: <http://iftmquimica.blogspot.com.br/2011/10/teobromina.html>. Acesso em: 24 mai. 2017.
  4. BRAGA, Robério. O sabor do Amazonas. Sabor do Brasil, Brasil, v.13, p. 102-109. 2012. Disponível em: <http://dc.itamaraty.gov.br/imagens-e-textos/revista-textos-do-brasil/portugues/revista13-mat14.pdf>.Acesso em: 24. mai. 2017
  5. KOVALKOVIČOVÁ, N.; ŠUTIAKOVÁ, I.; PISTL, J.; ŠUTIAK, V.; Some food toxic for pets: Review Article Interdisciplinary Toxicology, Eslováquia. 2009; Vol. 2(3): 169–176. Disponível em: <https://www.degruyter.com/view/j/intox.2009.2.issue-3/v10102-009-0012-4/v10102-009-0012-4.xml>. Acesso em: 24. mai. 2017

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Produtos

NexGard ou Bravecto?

Mayra Catharino

O NexGard e o Bravecto são dois medicamentos que revolucionaram o combate aos carrapatos e pulgas. Existem muitas perguntas em relação a esses dois remédios e nesse vídeo eu esclareço as principais.
Tem alguma dúvida sobre o NexGard ou Bravecto? Então aperta o play!

Caso tenha interesse de utilizar algum desses produtos, converse com o médico veterinário do cachorro! NexGard e Bravecto são remédios, por isso é muito importante consultar um profissional antes de utilizá-los.

Espero que o vídeo tenha ajudado. Não esclareci suas dúvidas? Os comentários estão aí para isso.
Não esqueça de compartilhar o vídeo, assim você me ajuda levar essas informações para outras pessoas.

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Um SUPER beijo e até a próxima!


Literatura utilizada:

  1. LETENDRE, L. The intravenous and oral pharmacokinetics of afoxolaner used as a monthly chewable antiparasitic for dogs. Revista Veterinary Parasitology, Duluth, USA, v.201, p. 190-197, Abril 2014. Disponível em < http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0304401714000946# > Acesso em: 22 jun. 2017.
  2. NEXGARD: afoxolaner. Drª Patrícia Schwarz. Sãp Paulo: Merial Saúde Animal Ltda. [2014]. Bula de remédio. Disponível em: <http://www.nexgardbrasil.com.br/arquivos/bula.pdf>. Acesso em: 22 jun. 2017.
  3. BRAVECTO: fluralaner. Dr. Leonardo B. R. Costa . São Paulo: MSD Saúde Animal Ltda. [2014]. Bula de remédio. Disponível em: <http://www.msd-saude-animal.com.br/products/copy_BRAVECTO/020_Resumo_da_Bula.aspx>. Acesso em: 22 jun. 2017.
  4. BRAVECTO. Disponível em: <https://www.bravecto.com.br/>. Acesso em: 22 jun. 2017.

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Diversos

Cocô fora da caixinha de areia

Mayra Catharino

Bichanos são animais complexos e suas atitudes muito únicas. Nossos gatos conversam conosco através de seus comportamentos… O problema é a gente entender, né?!
Felinos são seres limpinhos e o cocô fora da caixinha é um alerta para você, humano! Nesse vídeo te conto alguns dos motivos que podem estar levando seu bichano a fazer isso. – Tá esperando o quê? Aperta o play!

Gatos defecando fora da caixinha de areia é um problema bem comum.
Isso está acontecendo na sua casa? Fez as alterações sugeridas no vídeo? Resolveu? Me conta nos comentários!
Tem outras sugestões? Os comentários também estão aí para isso.
Conhece alguém passando por isso? Envia esse vídeo para a pessoa!

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Espero ter ajudado!

Um SUPER beijo e até a próxima!


Literatura utilizada:

  1. CATTLEDOG PUBLISHING THE LEGACY OF DR. SOPHIA YIN. What to do when your cat poops outside the box. Disponível em: <https://drsophiayin.com/blog/entry/what-to-do-when-your-cat-poops-outside-the-box/>. Acesso em: 28 mai. 2017.
  2. PAM JOHNSON-BENNETT. Pooping outside the litter box. Disponível em: <http://www.catbehaviorassociates.com/pooping-outside-the-litter-box/>. Acesso em: 28 mai. 2017.
  3. CORNELL UNIVERSITYCOLLEGE OF VETERINARY MEDICINE. Feline behavior problems: house soiling. Disponível em: <http://www.vet.cornell.edu/fhc/health_information/brochure_housesoiling.cfm>. Acesso em: 28 mai. 2017.

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Doenças

11 dicas para combater carrapatos

Mayra Catharino25 comments

Combater carrapatos é uma tarefa SUPER difícil! Muitas pessoas afirmam que os produtos são ineficazes ou que independente do produto utilizado, o problema persiste.
O fato é que na maioria das vezes nosso manejo está errado e não a ação do produto.

Um dos erros mais comuns é tratar o animal e esquecer o ambiente. Você sabia que, quando falamos do carrapato marrom, o Rhipicephalus sanguineus, cerca de 95% da infestação está no ambiente? Isso mesmo, o que você vê nos cachorros são apenas 5%. – Calma, não se desespera, vou te ajudar!

Nesse vídeo eu ensino 11 dicas para combater esses monstrinhos, mais especificamente o carrapato marrom, pois ele é o mais comum em cães. – Já fiz um vídeo comentando algumas características desse parasita. Elas são MEGA importantes na hora de combater esses carrapatos. Então se não viu o vídeo passado, clica aqui para assistir!

combater carrapatos
Atenção para as áreas de principal fixação do parasita!

Espero que as dicas te ajudem na hora de combater os carrapatos aí na sua casa!

Caso tenha interesse sobre o veneno ambiental que comentei:
Resenha de K-Othrine SC
Diferença entre K-Othrine SC e CE

Se esse texto te ajudou, COMENTE, vou ficar muito feliz em saber. E caso tenha algum conhecido passando aperto com carrapatos em seus cães, COMPARTILHE o post.
Sugestões para novos vídeos são MEGA bem-vindas. Me conta o que você quer ver por aqui: Resenhas? Mais dicas? Raças? Passeios?
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Um SUPER beijo e até a próxima!


OBS: Essa matéria foi produzida em 2015, mas ganhou uma atualização (o formato em vídeo) em 2017.

Literatura utilizada:

  1. LABRUNA, M. B. . Biologia-Ecologia de Rhipicephalus sanguineus (Acari: Ixodidae). In: XIII Congresso Brasileiro de Parasitologia Veterinária e I Simpósio Latino-Americano de Rickettsioses, 2004, Ouro Preto, MG. Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária, 2004. v. 13. p. 123-124.

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Doenças

Carrapatos em cães

Mayra Catharino

Um dos maiores pesadelos de um tutor é o tal do carrapato. Ele é uma praga chata de se livrar e pode transmitir uma série de doenças para seu animal de estimação.

A vida estudantil na faculdade de medicina veterinária me ensinou a lidar bem com carrapatos. E não, não foi algo que aprendi dentro da sala de aula. Foi combatendo os parasitas que insistiam em visitar minha casa através das roupas e materiais que usava nas aulas. – E eu sempre dividi apartamento com pessoas que também faziam medicina veterinária. Imagina só os perrengues que já passei!

Para aprender a combater esse monstrinho, primeiro temos que aprender as características desse parasita. E é sobre isso que falo no vídeo. Eu sei que não é agradável, mas precisamos conversar sobre carrapatos em cães, mais especificamente do Rhipicephalus sanguineus, conhecido como carrapato marrom.

Um aviso importante: Se você encontrou carrapatos no seu cachorro, marque uma consulta com o médico veterinário do animal. O carrapato transmite várias doenças e quanto mais rápido diagnosticar, mais fácil é o tratamento.

Você tem problemas com carrapatos em casa? Já teve? Tem alguma dúvida sobre o assunto? Ou alguma dica? Os comentários estão aí para isso!
Sugestões de temas também são mega bem-vindas!

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Um SUPER beijo e até a próxima!


Literatura utilizada:

  1. LABRUNA, M. B. . Biologia-Ecologia de Rhipicephalus sanguineus (Acari: Ixodidae). In: XIII Congresso Brasileiro de Parasitologia Veterinária e I Simpósio Latino-Americano de Rickettsioses, 2004, Ouro Preto, MG. Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária, 2004. v. 13. p. 123-124.

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Doenças

Entendendo a MANCHA DA LÁGRIMA

Mayra Catharino

A mancha da lágrima é uma alteração extremamente comum nos animais de estimação. Então fiz um vídeo para esclarecer de vez o assunto e instruir os tutores sobre como agir.

Como dito no vídeo, segue a lista das causas mais comuns de produção excessiva ou de drenagem ineficiente, causas essas que acabam gerando a mancha da lágrima. São elas:

  • Ponto lacrimal pequeno, deslocado ou inexistenteOrifício onde começa a drenagem da lágrima
  • Ausência de porção do ducto nasolacrimalDucto responsável por drenar a lágrima e conduzi-la até a parte interna do nariz
  • Atresia (estreitamento) ou obstrução mecânica do ducto nasolacrimal
  • DistiquíaseMau posicionamento de um ou vários cílios
  • TriquíaseDesvio do crescimento dos cílios para dentro
  • EntrópioA pálpebra dobra sobre si mesma em direção ao globo ocular
  • EctrópioA pálpebra dobra sobre si mesma em direção oposta ao globo ocular
  • Eversão da cartilagem da terceira pálpebraQuando a terceira pálpebra, localizada no canto interno dos olhos dos cães, se dobra
  • Hipertrofia com prolapso da glândula da terceira pálpebra – Aumento e exteriorização da glândula que se situa na terceira pálpebra
  • Triquíase por pregas nasais – Uma dobra de pele do focinho acaba desviando os cílios em direção ao globo ocular
  • Alérgenos – Substância que irritam e causam alergia, como por exemplo o cigarro
  • Infecções oculares
  • Traumas
  • Neoplasias
  • Doenças na cavidade oral

As raças de pequeno porte são as mais afetadas pela cromodacriorréia devido à alta incidência das alterações acima citada, mas lembrando que cães de médio e grande porte também podem apresentar esse sinal clínico.

Para os adeptos a alimentação natural, há uma série de medidas que podem ser tomadas para combater as irritantes manchas da lágrima. A Dra. Sylvia, do Cachorro Verde, fala um pouquinho sobre isso nessa matéria aqui.

Caso você tenha alguma dúvida ou sugestão, escreva aqui embaixo nos comentários. Aproveita e segue o blog nas redes sociais, por lá rola várias fotos fofas, muitas dicas e você fica sabendo em primeira mão quando sai matéria nova: Facebook ♥ Instagram ♥ Twitter ♥ Youtube ♥ Pinterest.

Um SUPER beijo e até a próxima!


OBS: Essa matéria foi produzida em 2016, mas ganhou uma atualização (o formato em vídeo) em 2017.

Literatura utilizada:

  1. MAGGS, D. J.; MILLER, P. E.; OFRI, R. Slatter’s fundamentals of veterinary ophthalmology. 4 ed. Philadelphia, PA. Elsevier, 2008. p. 164-165.
  2. GUSSONI, F. R. A.; BARROS, P. S. de M. Epífora no cão: mensuração do ph da lágrimaBrazilian journal of veterinary research and animal science, São paulo, v. 40, p. 87-94, n. 2, mai. 2003. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s1413-95962003000200001&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 28 nov. 2016.
  3. VALDUGA, M. I. R. Manifestações oftálmicas de doenças do sistema estomatognático em cães. 86f. Dissertação apresentada ao Curso de Pós-Graduação em Ciências Veterinárias – Universidade Federal do Paraná, 2012, Curitiba. Disponível em: <http://acervodigital.ufpr.br/handle/1884/29002>. Acesso em: 28 nov. 2016.
  4. HEALTHY PETS. The hidden message behind your pet’s tear stains. Disponível em: <http://healthypets.mercola.com/sites/healthypets/archive/2014/11/12/pet-tear-staining.aspx>. Acesso em: 28 nov. 2016.
  5. U.S. FOOD AND DRUG ADMINISTRATION. FDA issues warning letters for unapproved tear stain removers used in dogs and cats. Disponível em: <http://www.fda.gov/animalveterinary/newsevents/cvmupdates/ucm412162.htm?source=govdelivery&utm_medium=email&utm_source=govdelivery>. Acesso em: 28 nov. 2016.
  6. CACHORRO VERDE. Como lidar com as manchas por lágrimas “ácidas”. Disponível em: <http://www.cachorroverde.com.br/lagrimas/>. Acesso em: 28 nov. 2016.

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Palestras e Eventos

VisitaCão do Divã: Dog Party

Mayra Catharino

No dia 6 de maio de 2017 rolou a primeira Dog Party da Baixada Santista, um evento que reuniu marcas, tutores e animais de estimação. O projeto foi idealizado pela Animales e o bazar organizado pelos blogueiros Paty e Mateus do @euvoceeospets.
Rolou concurso, apresentação de agillity com a Lata’s Dog, bar para os pets, além do bar para os humanos.
O evento contou com o apoio da Ceva, DrogaVET, Magnus, Merial, ONG Viva Bicho Santos, PremieR Pet, Pet Society, Virbac e, claro, do New Village que sediou a festa.

O dia estava lindo, então aproveitamos para dar um pulinho na Dog Party e conseguimos filmar um pouquinho do evento para vocês! Espero que vocês gostem. – Foi uma pena não ter conseguido filmar o bar para cães da Sabor & Patas, mas em breve visitaremos a loja!

Se encantou por alguma coisa? Para facilitar sua busca, fiz uma lista das lojas do bazar:

E aí? O que achou da Dog Party? Eu estou muito contente com a iniciativa e espero ver esse evento crescendo com o passar dos anos.
Tem alguma sugestão para o próximo VisitaCão do Divã? Me conta nos comentários!
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Caninas

Mania de Raça: Spitz Alemão Anão

Mayra Catharino7 comments

O Mania de Raça está de volta e hoje vamos falar sobre um cão que virou febre nesses últimos anos: O Spitz Alemão Anão.
Para saber mais sobre esse cachorro que parece uma mini-raposinha, aperta o play! Tá esperando o quê?

Como dito no vídeo, segue a relação de doenças que essa raça é propensa a desenvolver. As principais doenças que acometem o Spitz Alemão são:

  • Luxação de patela – Ocorre quando a patela (ossinho do joelho) sai do lugar. Esse deslocamento pode causar uma série de sinais, os mais comuns são a claudicação (mancar), dor e relutância em se mover.
  • Atrofia progressiva da retina – É uma doença hereditária (ou seja, passa de geração para geração). Cães afetados geralmente mostram uma cegueira noturna inicial que é seguida por uma perda progressiva de visão diária, culminando em cegueira completa.
  • Displasia da retina
  • Diplasia coxofemoral – Doença hereditária caracterizada pela má formação da articulação do quadril, causando uma incongruência (encaixe imperfeito) entre a cabeça do fêmur e a pelve (bacia), ocasionando degeneração da própria articulação. Os sintomas mais comuns são: Diminuição da atividade física; dificuldade para se levantar; relutância em correr, saltar ou subir escadas; claudicação (mancar) e dor.
  • Epilepsia Idiopática Genética Primária – É um doença hereditária caracterizada por um funcionamento anormal do cérebro, apesar da órgão possuir uma estrutura morfológica normal. A causa é desconhecida e o principal sintoma é a convulsão.

E é importante ressaltar que animais com essas doenças NÃO devem cruzar, ou seja, não devem ter filhotes!
Tratam-se de doenças com características hereditárias e por isso atenção na hora de escolher o criador é essencial. Sempre opte por criadores profissionais que se preocupem com o bem-estar, nutrição e com a seleção genética dos animais, pois assim evitamos cães doentes.

Essa pequena e linda criatura, que super parece com uma raposinha, vive em média 12 a 14 anos. E são anos de puro amor e companheirismo.

E aí, deu vontade de ter um Spitz Alemão Anão para chamar de seu? Me conta nos comentários! Sugestões para os próximos assuntos também são mega bem-vindas.

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OBS: Esse post foi escrito em 06/04/2016 e atualizado em 25/04/2017 para ter um conteúdo em vídeo!

Literatura utilizada:

  1. FEDERATION CYNOLOGIQUE INTERNACIONALE. Deutscher spitz. Disponível em: <http://www.fci.be/en/nomenclature/german-spitz-97.html>. Acesso em: 06 abr. 2016.
  2. GERMAN SPITZ WORLD. Disponível em: <http://www.germanspitzworld.co.uk/index.php>. Acesso em: 06 abr. 2016.
  3. AMERICAN KENNEL CLUB. German spitz. Disponível em: <http://www.akc.org/dog-breeds/german-spitz/detail/>. Acesso em: 06 abr. 2016.
  4. TILLEY, L. P; Smith Jr, F. W. K. Consulta veterinária em 5 minutos: Espécies Canina e Felina. Trad. Cid Figueiredo, Fabiana Buassaly, Idília Ribeiro Vanzellotti. 3 ed. Barueri, SP: Manole, 2008. 1550 p.
  5. CLEMENTS, P. J. M. et al. Recent advances in understanding the spectrum of canine generalised progressive retinal atrophy. Journal of small animal practice. University of CambridgeCambridge, EUA, v. 37, p. 155-162, abr. 1996. Disponível em: <http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1748-5827.1996.tb01950.x/abstract>. Acesso em: 25 abr. 2017.
  6. M.M.D. Souza et al. Luxação de patela em cães: estudo retrospectivo . Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia – UNESP, Botucatu, v. 61, n. 2, p. 523-526, 2009. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/abmvz/v61n2/a35v61n2.pdf>. Acesso em: 25 abr. 2017
  7. OFTALMOLOGIA ANIMAL. Atrofia progressiva de retina (apr) em cães. Disponível em: <http://www.oftalmologianimal.com.br/2012/05/atrofia-progressiva-de-retina-apr-em.html>. Acesso em: 25 abr. 2017.

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Remédios e Vacinas

Vacinação de cães adultos

Mayra Catharino1 comment

Inúmeras pessoas sabem que a vacinação de filhotes é muito importante, mas o que muitas delas não sabem é que a vacinação de cães adultos é tão importante quanto.

Lembrete: A vacinação consiste em apresentar para o corpo uma versão inofensiva de organismos que causam determinadas enfermidades. Através da vacina, o corpo conhece o agressor (patógeno), desenvolve mecanismos de defesa (anticorpos) para combater a doença quando esta aparecer.

Nesse vídeo eu falo sobre a vacinação de cães adultos, aqueles acima da 16ª semana de idade, que não foram imunizado quando filhotes. Se seu animal foi imunizado quando filhote, fique atento para os reforços das vacinas.

Mas não se esqueça que o protocolo vacinação pode ser alterado pelo médico veterinário e que somente esse profissional pode realizar essa intervenção com segurança.

E para incentivar a vacinação dos pets, eu preparei mimos para vocês!
Seis modelos fofos de cadernetas de vacinação, três para cães e três para gatos.
E elas são gratuitas! Isso mesmo que você leu: GRATUITAS! É só baixar imprimir!
Para garantir a sua, basta ir na aba “downloads” ou clicar aqui.

vacinação 1

E se você imprimir, não esquece de marcar o blog nas redes sociais: Facebook ♥ Instagram ♥ Twitter ♥ Youtube ♥ Pinterest.
Comentários e sugestões para os próximos vídeos são  bem-vindas!

Confira também:
Vacinação de cães filhotes;
Vacinação de gatos filhotes;
Vacinação de gatos adultos.

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Literatura utilizada:

  1. BRANDÃO, L. P.; MENZ, I. Imunoprofilaxia de cães. In: JERICÓ, M. M; ANDRADE NETO, J. P. de; KOGIKA, M. M. Tratado de medicina interna de cães e gatos. 1 ed. Rio de Janeiro: Roca, 2015, cap.28, p.230-245.

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Remédios e Vacinas

Vacinação de gatos adultos

Mayra Catharino

Como já disse em outras matérias, a vacinação é um procedimento veterinário muito simples e super importante utilizado para prevenir várias doenças.
Seu princípio consiste em apresentar para o corpo uma versão inofensiva de organismos que causam determinadas enfermidades. Através da vacina, o corpo conhece o agressor (patógeno) e desenvolve mecanismos de defesa (anticorpos) para combater a doença quando esta aparecer.

Fazer a vacinação dos filhotes e os reforços na vida adulta é essencial. Mas… E quando a gente adota um gatinho mais velho? Como é a vacinação? É o que esclareço nesse vídeo, lembrando que cito somente o protocolo mais utilizado e ele pode ser alterado pelo médico veterinário conforme a necessidade daquele animal. – Se ainda não viu, aperta o play! Tá esperando o que?

Para incentivar você vacinar seu bichano, disponibilizei cadernetas FOFÍSSIMAS de vacinação.
E elas são GRATUITAS!
São três modelos especiais para gatinhos. Só baixar e imprimir! – clicando aqui ou indo na aba “downloads”.vacinação de gatos adultos 2

Espero que o vídeo seja útil!
E que as cadernetas te ajude a manter a saúde do seu amigo em dia!

Confira também os vídeos:
Vacinação de gatos filhotes.
Vacinação de cães filhotes.
Vacinação de cães adultos.

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Literatura utilizada:

  1. HAGIWARA, M. K.; HORA, A. S. Imunização em Felinos. In: JERICÓ, M. M; ANDRADE NETO, J. P. de; KOGIKA, M. M. Tratado de medicina interna de cães e gatos. 1 ed. Rio de Janeiro: Roca, 2015, cap.29, p.246-257.

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Locais e Serviços

VisitaCão do Divã: Frutaria do 3

Mayra Catharino

Que cães e gatos fazem parte do atual conceito de família, isso ninguém pode negar!
E como familiares amorosos, queremos passar o máximo de tempo juntos. Eu não sei vocês, mas quando chega o final de semana ou um feriado, quero me divertir com meus mascotes, afinal eles esperam pacientemente minha folga!

Por conta desse pensamento que fica na cabeça de muitas pessoas, alguns estabelecimentos começaram a aceitar animais de estimação. Esses locais são o que chamamos de estabelecimentos petfriendly.
E claro que locais assim merecem resenha, não é mesmo?! Por isso criamos o VisitaCão do Divã! Uma série que vai mostrar nossas experiências em lanchonetes, parques, hotéis, feiras e tudo quanto é lugar que aceite animais.

E ainda de quebra vamos descobrir quais lugares petfriendly tem opções vegetarianas, afinal faz mais de dois anos que não como carne! – Também vou falar se existe alguma opção vegan… Eu não esqueci dos meus queridos veganos 🙂

Nesse primeiro episódio visitamos a Frutaria do 3, uma lanchonete com uma pegada mais saudável, mais fitness.
Ela se situa na esquina da Av. Washington Luiz (canal 3) com a rua Dr. Lincoln Feliciano, apenas um quarteirão da praia. Fomos super bem recebidos e atendidos. – Quer saber mais informações? Aperta o play!

Se você já foi na Frutaria do 3, na companhia dos seus amigos de quatro patas, compartilhe sua experiência nos comentários. Sugestões de futuros locais também são MEGA bem-vindas! – E se você decidiu conhecer o lugar depois do VisitaCão, marque o blog no Instagram, eu vou adorar!

E por hoje é só!
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Caninas

Mania de Raça: Husky Siberiano

Mayra Catharino

Mais uma matéria da série “Mania de Raça”, só que dessa vez em um novo formato: Em vídeo!
Dessa vez vou falar sobre o Husky Siberiano.

husky siberiano 2

Como prometido no vídeo, aqui está a lista de doenças que podem afetar essa raça:

1. Adenomas da glândula perianal: Tumor benigno da glândula perineal, comuns em cães geriátricos, principalmente em machos não castrados devido crescimento mediado pela testosterona. Sintomas mais comuns são dores e presença de sangue na região perianal.

2. Alopecia pós-tosa: Ausência completa ou parcial de pelos (em áreas que costumavam ser peludas), após a tosa do animal.

3. Atrofia progressiva da retina: É uma doença hereditária (ou seja, passa de geração para geração). Cães afetados geralmente mostram uma cegueira noturna inicial que é seguida por uma perda progressiva de visão diária, culminando em cegueira completa.

4. Catarata: Doença hereditária (que passa dos pais para o filhote) caraterizada pela opacificação do cristalino, causando perda parcial ou total da visão.

5. Ceratite Superficial Crônica: Também conhecida como Pannus Oftalmológico, Síndrome de Uberreiter e Pannus degenerativo. É caracterizada por uma lesão avermelhada e vascularizada na parte inferior da córnea. É indolor, mas ao avançar causa cegueira.

husky siberiano 36. Displasia coxofemoral: Doença hereditária caracterizada pela má formação da articulação do quadril, causando uma incongruência (encaixe imperfeito) entre a cabeça do fêmur e a pelve (bacia), ocasionando degeneração da própria articulação. Os sintomas mais comuns são: Diminuição da atividade física; dificuldade para se levantar; relutância em correr, saltar ou subir escadas; claudicação (mancar) e dor.

7. Entrópio: Inversão parcial ou total da margem palpebral em direção ao globo ocular. Se não tratada pode causar irritação e ulceração da córnea. Em casos graves pode ocasionar perda da visão.

8. Epilepsia Idiopática Genética Primária: É um doença hereditária caracterizada por um funcionamento anormal do cérebro, apesar da órgão possuir uma estrutura morfológica normal. A causa é desconhecida e o principal sintoma é a convulsão.

9. Glaucoma: Doença hereditária caracterizada pelo aumento da pressão intraocular. Uma de suas causas é a configuração anormal do ângulo de filtração (goniodisgenesia) responsável pela drenagem do humor aquoso (líquido que preenche as câmaras oculares). A goniodisgenesia está presente em várias raças do círculo ártico, inclusive no Husky Siberiano.

10. Granuloma eosinofílico oral: É uma rara doença caracterizada por nódulos e placas na boca, nas amígdalas e/ou pele. Sua causa é desconhecida, mas acreditasse que agentes infecciosos como bactérias, parasitas e fungos possam estar envolvidos. Husky Siberiano e Cavalier King Charles Spaniel são as raças mais comumente afetadas.

11. Hipopigmentação Nasal Sazonal: A coloração escura normal do focinho desbota gradativamente para castanho-claro ou rosa. Costuma ser sazonal ou lentamente com a idade. (Mas atenção, essa despigmentação pode ser natural, mas também pode ser sintomas de outras doenças. O acompanhamento veterinário é imprescindível!)

12. Lúpus eritematoso cutâneo (discóide): Doença auto-imune caracterizada por despigmentação do focinho e/ou lábios que pode progredir para erosões e ulcerações. Pode também envolver a orelha, região periocular e raramente patas e genitálias. Não se sabe a causa exata dessa doença, mas acreditasse na provável predisposição genética (ou seja, animais com essa doença não devem procriar). Os sintomas pioram conforme a exposição ao Sol.

13. Síndrome uveodermatológica:  É semelhante à síndrome de  Vogt-Koyanagi-Harada que afeta seres humanos. É um distúrbio auto-imune que causa uveíte granulomatosa (inflamação da iris, do coróide e do corpo ciliar com formação de nódulos na íris) de início súbito que pode ser dolorosa e pode evoluir para cegueira.
Ocorre a despigmentação (a pele fica rosea/branca) do nariz, lábios e pálpebras. Os coxins podais (“almofadas” das patas), a bolsa escrotal, o ânus e o palato duro (céu da boca) também podem sofrer despigmentação.

14. Surdez: O Husky Siberiano é apontado como uma das raças que pode ter surdez congênita que é causada por alterações no órgão de Corti que ocasiona surdez parcial ou total. Os filhotes nascem com essa alteração, ou seja, nascem surdos.

Importante ressaltar que animais com doenças hereditárias NÃO devem cruzar. Filhotes de pais com doenças hereditárias estão fadados a ficarem doentes, a sofrerem… E ninguém quer isso, não é?!

husky siberiano 4Outro aviso importante: Caso você queira uma animal dessa raça, procure criadores responsáveis que tratem o animal com respeito e carinho, dando alimentação adequada para todas as fases da vida, respeitando o tempo entre as gestações e fazendo exames para controlar o aparecimento de doenças hereditárias. Não incentive pessoas más intencionadas que utilizam do animal como mercadoria!

Não se esquece de deixar os comentários para me dizer o que achou.
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Um SUPER beijo e até a próxima!


Literatura utilizada:

  1. AMERICAN KENNEL CLUB. Siberian husky. Disponível em: <http://www.akc.org/dog-breeds/siberian-husky/>. Acesso em: 23 fev. 2017.
  2. FEDERATION CYNOLOGIQUE INTERNACIONALE. Siberian husky. Disponível em: <http://www.fci.be/en/nomenclature/siberian-husky-270.html>. Acesso em: 23 fev. 2017.
  3. GOUGH, Alex; THOMAS, Alison. Breed predispositions to disease in dogs and cats. Blackwell Publising, 2004. p 145-146.
  4. TILLEY, L. P; Smith Jr, F. W. K. Consulta veterinária em 5 minutos: Espécies Canina e Felina. Trad. Cid Figueiredo, Fabiana Buassaly, Idília Ribeiro Vanzellotti. 3 ed. Barueri, SP: Manole, 2008. 1550 p.
  5. CENTRO HOSPITALAR VETERINÁRIO. Tumor perineal no cão. Disponível em: <http://www.chv.pt/pt/unidades/oncologia/tumorperianal/detalhe.html>. Acesso em: 23 fev. 2017.
  6. TELLADO, M. N. et al. Canine oral eosinophilic granuloma treated with electrochemotherapy. Case reports in veterinary medicine, Buenos aires, v. 2014, out. 2014. Disponível em: <https://www.hindawi.com/journals/crivem/2014/519197/>.Acesso em: 23 fev. 2017.
  7. CONCEIÇÃO, D. I. L. N.  Queratite superficial crónica em canídeos: Estudo retrospectivo. 2012. 119f. Dissertação de mestrado integrado em medicina veterinária – Universidade Técnica de Lisboa, Lisboa 2012. Disponível em: <https://www.repository.utl.pt/handle/10400.5/4874>. Acesso em: 23 fev. 2017.
  8. CLEMENTS, P. J. M. et al. Recent advances in understanding the spectrum of canine generalised progressive retinal atrophy. Journal of small animal practice. University of CambridgeCambridge, EUA, v. 37, p. 155-162, abr. 1996. Disponível em: <http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1748-5827.1996.tb01950.x/abstract>. Acesso em: 23 fev. 2017.

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Doenças

Neoplasia? Tumor? Câncer? Mas afinal, o que é isso?

Mayra Catharino1 comment

Se eu pudesse resumir oncologia em uma única palavra seria DESAFIOS.

Desafios para o animal que enfrentará a enfermidade e seus tratamentos. Desafios para o tutor que, mesmo perdido com o diagnóstico, precisa compreender o máximo que consegue da doença para assim poder fazer opções mais assertivas. Desafios para os pesquisadores que lutam para encontrar novas drogas, terapias, protocolos e assim por diante. Desafios para os médicos veterinários da área, pois cada animal é único e responde de maneira singular ao tratamento. Desafios aos estudantes que se esforçam para entender um pouco sobre todo esse universo complexo da oncologia.

Se fosse listar todos os desafios, gastaria horas e horas e ainda sim, não conseguiria. Mas apesar desse cenário amedrontador, quero dizer que vamos enfrentar juntos e da melhor maneira possível. Foi por isso que topei fazer parte da equipe de conteúdo do Grupo de Apoio à Tutores e Familiares de Cães com Câncer – CãoVida.

Aceitei encarar o desafio de estudar a oncologia mais afundo para ajudar vocês a encarar o diagnóstico do seu amigo de quatro patas. E nosso primeiro passo será entender alguns conceitos básicos. Então vamos lá? Aperta o play no primeiro vídeo dessa série!

neoplasia 5

Acho que por hoje já deu, não é?! Já demos o primeiro passo. Na próxima matéria, avançaremos mais um pouco.

Espero que tenha ajudado. Caso queiram algum assunto especial, deixem nos comentários.

Um SUPER beijo e até a próxima!


OBS: Essa matéria foi produzida em 2016, mas ganhou uma atualização (o formato em vídeo) em 2017.

Literatura utilizada:

  1. DAGLI, M. L. Z. Oncologia Veterinária. In: JERICÓ, M. M; ANDRADE NETO, J. P. de; KOGIKA, M. M. Tratado de medicina interna de cães e gatos. 1 ed. Rio de Janeiro: Roca, 2015, cap.51, p.477-487

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Remédios e Vacinas

Vacinação de cães filhotes

Mayra Catharino

A vacinação é um procedimento veterinário super importante utilizado para prevenir várias doenças.
Seu princípio consiste em apresentar para o corpo uma versão inofensiva de organismos que causam determinadas enfermidades. Através da vacina, o corpo conhece o agressor (patógeno), desenvolve mecanismos de defesa (anticorpos) para combater a doença quando esta aparecer.

A vacinação em filhotes é essencial, pois os animais no início da vida são protegidos pelos anticorpos maternos, que são transferidos através da placenta e do colostro (primeira mamada), e após isso necessitam desenvolver os próprios anticorpos.

O esquema vacinal deve ser discutido com o médico veterinário do animal, pois o protocolo sofre alterações por muitos fatores, como por exemplo região onde o pet mora, o poder aquisitivo do tutor, entre outros.

vacinação de cães filhotes 1

Como dito no vídeo, a opção mais utilizada em cães são as vacinas multivalentes (V8 ou V10), que protegem sobre uma série de doenças. Além de claro, a vacinação antirrábica. – Todas as doses e intervalos estão explicadinhas no vídeo, se não viu, aperta o play!

Para incentivar a vacinação dos mascotes, disponibilizei cadernetas GRATUITAS super fofas!
São três modelos exclusivos para cães (e três para gatinhos também!).

vacinação de cães filhotes 2

Basta baixar e imprimir!
Só ir na aba “downloads” ou clicar aqui.

Leia também:

Vacinação de cães adultos.
Vacinação de gatos filhotes.
Vacinação de gatos adultos.

Espero que o vídeo e as cadernetas tenham sido úteis e te ajude a manter a saúde do seu amigo.
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Literatura utilizada:

  1. BRANDÃO, L. P.; MENZ, I. Imunoprofilaxia de cães. In: JERICÓ, M. M; ANDRADE NETO, J. P. de; KOGIKA, M. M. Tratado de medicina interna de cães e gatos. 1 ed. Rio de Janeiro: Roca, 2015, cap.28, p.230-245.

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Remédios e Vacinas

Vacinação de gatos filhotes

Mayra Catharino

A vacinação é um procedimento veterinário super importante utilizado para prevenir várias doenças.
Seu princípio consiste em apresentar para o corpo uma versão inofensiva de organismos que causam determinadas enfermidades. Através da vacina, o corpo conhece o agressor (patógeno) e desenvolve mecanismos de defesa (anticorpos) para combater a doença quando esta aparecer.

A vacinação em filhotes é essencial, pois os animais no início da vida são protegidos pelos anticorpos maternos, que são transferidos através da placenta e do colostro (primeira mamada), e após isso necessitam desenvolver os próprios anticorpos.

O esquema vacinal deve ser discutido com o médico veterinário do animal, pois o protocolo sofre alterações por muitos fatores, como por exemplo região onde o pet mora, o poder aquisitivo do tutor, entre outros.

vacinação de gatos filhotes 1

Como dito no vídeo, as opções de produtos para felinos são restritas e a maioria dos profissionais optam pelas vacinas multivalentes, tanto pela simplicidade do esquema vacinal, quanto pelo baixo custo do mesmo.

Além disso, existe a vacinação para proteger da Leucemia Viral Felina e, é claro, a vacinação antirrábica. – Sim, bichanos também tomam vacina contra a raiva e essa necessita de reforço anual!

O número de doses de cada uma e a necessidade de reforços estão explicadinhos no vídeo. – Se ainda não viu, aperta play!

Para incentivar a vacinação dos mascotes, disponibilizei cadernetas GRATUITAS super fofas!
São três modelos exclusivos para gatinhos (e três para cães também!).

vacinação de gatos filhotes 2Basta baixar e imprimir!
Só ir na aba “downloads” ou clicar aqui.

Leia também:

Vacinação de gatos adultos.
Vacinação de cães filhotes.
Vacinação de cães adultos.

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Literatura utilizada:

  1. HAGIWARA, M. K.; HORA, A. S. Imunização em Felinos. In: JERICÓ, M. M; ANDRADE NETO, J. P. de; KOGIKA, M. M. Tratado de medicina interna de cães e gatos. 1 ed. Rio de Janeiro: Roca, 2015, cap.29, p.246-257.

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Plantas

Plantas Tóxicas: Copo-de-leite

Mayra Catharino

O Copo-de-leite é uma flor muito presente no interior de casas e jardins. Sua escolha não é somente por sua beleza, mas também por sua estrutura que imprime certa resistência à planta.
Apesar de ser ideal para festas, casamentos, decorações e paisagismos, essa flor talvez não seja a melhor escolha para quem possui um pet curioso, serelepe ou destruidor. Isso porque essa planta é tóxica para animais de estimação.
Isso mesmo que você leu: TÓXICA!

copo-de-leite 2

Também conhecido como Cala-branca, Jarra, Jarro e Lírio-do-nilo, esse vegetal causa forte intoxicação quando ingerido.

Os principais sintomas são:

  • Eritema (vermelhidão) e edema (inchaço) de lábios, língua, palato (“céu da boca”) e faringe
  • Sialorreia (produção excessiva de saliva)
  • Disfagia (dificuldade de deglutir)
  • Asfixia (dificuldade de respirar)
  • Cólica abdominal
  • Vômito
  • Diarreia

Também causa intensa irritação quando em contato com os olhos, provocando edema, fotofobia e lacrimejamento.
As substâncias responsáveis por essas reações são o oxalato de cálcio e as saponinas, ambas presentes em todas as partes da planta.

copo-de-leite 4

Em caso de suspeita de intoxicação, leve seu animal IMEDIATAMENTE ao médico veterinário!
Somente esse profissional possui o conhecimento para salvar seu pet.
Medicações, receitas caseiras e intervenções realizadas por leigos colocam a saúde e a vida do seu mascote em risco.

copo-de-leite 1

Mas se você é apaixonado pela beleza do Copo-de-leite e possui alguma flor dessa em casa, não se desespere!
Existem algumas dicas para os cachorreiros e gateiros que adoram plantas:

  • A curiosidade é algo natural em filhotes e a tendência de morder também, principalmente na época do aparecimento ou de troca dos dentes. Se sua família ganhou um novo integrante é bom ter atenção redobrada.
  • Observe o novo animal durante alguns meses, só assim você saberá se a planta realmente representa um risco para o pet.
  • Caso seu amigo seja do tipo destruidor, impeça o acesso dele. Assim você mantém a planta e o animal à salvo. Para cães, locais altos são o suficientes; porém, quando se trata de bichanos, deve-se pensar com cautela como restringir o acesso.
  • A tendência de destruir coisas é um comportamento presente em animais que não gastam energia suficiente e vivem em ambientes pouco estimuladores. Investir em enriquecimento ambiental é uma atitude fundamental para manter cachorros e gatos felizes e entretidos.

É importante lembrar que a plantinha também é um ser vivo e merece ser tratada com carinho e respeito. Pense bem na hora de tomar providências para proteger seu animal de estimação. Com um pouco de dedicação, cautela e amor conseguimos uma convivência harmoniosa entre todos os seres.

copo-de-leite 3

E por hoje é só!
Me conta nos comentários se você sabia sobre a toxicidade do Copo-de-leite. E não esqueça de compartilhar com os amigos e ajudar a proteger outros mascotes.

Um SUPER beijo e até a próxima!


Literatura utilizada:

  1. SANTOS, C.R.O. et al. Plantas ornamentais tóxicas para cães e gatos presentes no nordeste do Brasil. Portal de periódicos da Universidade Federal Rural de Pernambuco. Recife, v.7, n.1, p.11-16, 2012. Disponível em <http://www.ead.codai.ufrpe.br/index.php/medicinaveterinaria/article/view/600>. Acesso em: 02 de jan. 2017.
  2. BARG, D. G. Plantas Tóxicas. 2004. 24f. Trabalho apresentado para créditos em Metodologia Científica no Curso de Fitoterapia no Instituto Brasileiro de Estudos Homeopáticos. Faculdade de Ciência da Saúde de São Paulo, São Paulo. 2004. Disponível em <http://files.fitobotanica.webnode.com.br/200000021-15be616b85/Plantas_toxicas.pdf>. Acesso em: 02 de jan. 2017.
  3. NORTH CAROLINA STATE UNIVERSITY. Zantedeschia aethiopica. Disponível em: <https://plants.ces.ncsu.edu/plants/all/zantedeschia-aethiopica/>. Acesso em: 02 de jan. 2017.

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Inspirações

Cães no casamento

Mayra Catharino1 comment

Para muitos casais, o casamento é um passo beeem importante na vida a dois.
Por mais que estejamos no século 21, e muitas pessoas acabam indo morar juntas antes de celebrar a união, o casamento não perdeu sua importância.

E o que dizer quando a vida não é a dois e sim a três, a quatro… Assim por diante.
Pois hoje em dia juntamos as trouxas, as roupas, as coisas… E é claro, os animais de estimação!
E nada mais justo que esse integrante fundamental da família esteja presente, de alguma forma, nesse momento especial.

Mas ATENÇÃO: O temperamento e perfil do cachorro devem ser levados em consideração na hora de escolher a participação que o mascote terá. Tentar algo que não bata com a personalidade do seu pet, só trará dor de cabeça para você e estresse para seu animal.

Dado o devido recado…

casamento 1

Estão preparados para se apaixonar? Porque essa matéria está recheada de inspirações de cães em casamentos!

Seu mascote pode te ajudar no pedido, nada como a ajuda do seu melhor amigo para esse momento que é um mix de alegria e nervosismo.
Essa é uma ótima opção para cães que são adestrados ou que pelo menos obedecem o comando “sentar”, hahaha!

Seu pet pode estar presente no pré-wedding, aquele ensaio fotográfico que rola antes do casamento e que por muitas vezes as fotos são utilizadas na decoração e nos mimos da festa, inclusive como forma de convidar os familiares e amigos.
Essa é uma saída bem legal para aqueles que possuem cães hiperativos ou que não conseguem lidar muito bem com excesso de pessoas e barulhos. – Ou seja, tudo que rola na cerimônia e na festa.

Para os animais agitados, recomendo um passeio bem longo e cansativo antes da sessão.. Peça para algum padrinho ou madrinha passear com o cão enquanto o casal tira fotos, afinal eles são convidados especiais e devem ajudar um pouquinho no planejamento do grande dia, rs!

Eles também podem ser peças fundamentais da cerimônia. Aí pode tudo, até ser daminha de honra.
Vale ressaltar que é importante seu pet estar acostumado com muitas pessoas e barulho, pois se não ele irá se assustar.

Caso você escolha essa opção, converse com a empresa que vai organizar seu casamento. Ter um funcionário que leve o cachorro para descansar depois da participação, enquanto a cerimônia rola, é algo essencial!
Dessa forma o pet participa, mas não fica estressado.

Outra opção é participar das fotos do grande dia, não necessariamente da cerimônia.
A dica do passeio longo também é válida, pois assim o cãozinho estará calmo para posar para os fotógrafos.

E essas são as inspirações de hoje! Me conta nos comentários qual foi sua foto favorita e se seu pet fará ou fez parte do seu casamento.

Um SUPER beijo e até a próxima!


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Produtos

Produtos favoritos de 2016

Mayra Catharino

O ano está chegando ao fim e nada mais justo que um vídeo de favoritos de 2016.
Aperte o play e confira os produtos que realmente fizeram a diferença na minha vida e na vida dos meus pets!

Caso queira saber mais sobre os produtos, dá uma olhadinha nas resenhas:

E você? O que usou em 2016 e recomenda? Me conta nos comentários!

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Um SUPER beijo e até a próxima!

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Produtos

SC ou CE, qual K-Othrine usar?

Mayra Catharino16 comments

Se você chegou até essa matéria, muito provavelmente possui uma praga (barata, formiga, carrapato, pulga …) em casa que precisa combater. Acertei?
E na hora de procurar por inseticidas para ambientes, esbarrou no nomezinho “K-Othrine”. Acertei de novo?

O K-Othrine é uma linha muito indicada pelas pessoas e comerciantes de casas agropecuárias devido seu baixo custo e seu excelente desempenho. São inseticidas seguros e de muita qualidade.

E isso não é publicidade barata, falo do fundo do meu coração, pois como médica veterinária vivo usando o K-Othrine para me livrar dos visitantes indesejados que periodicamente aparecem no meu lar.
Só quem já teve problemas graves com algum ectoparasita entende meu entusiasmo para falar desses inseticidas, hahaha!

E na hora de comprar, sempre surge a dúvida: Qual a diferença do K-Othrine CE para o SC?
Sei que muitos leitores usam esses produtos, por isso resolvi esclarecer essa questão.

CE é a abreviação para Concentrado Emulsionado.k-othrine CE
Esse produto possui partículas menores, o que faz com que os insetos percebam o veneno rapidamente. Consequentemente esse inseticida causa o desalojamento das pragas, ou seja, os insetos saem das tocas.
Suas partículas menores também auxiliam na penetração em frestas e até mesmo em madeiras, sendo ideal para cupins e brocas.
Age rapidamente, matando as pragas entre 15 a 20 minutos depois da aplicação.
Devido seu poder de penetração e de desalojamento, K-Othrine CE é indicado para altas infestações.
Ele não possui efeito residual, ou seja, ele não permanece agindo no ambiente nos dias seguintes à aplicação.

k-othrine SCJá o SC é a abreviação para Solução Concentrada.
Esse K-Othrine possui partículas maiores, o que dificulta a percepção dos insetos ao veneno. Logo, esse produto não tende a causar grandes desalojamentos – Obviamente se você espirrar na toca da barata, ela vai se incomodar com o jato e vai sair correndo.
Devido à sua base e ao tamanho das partículas, K-Othrine SC não penetra nas superfícies.
É a base de água e por isso promete não manchar. (Já utilizei em piso de madeira e nunca tive problemas.)
Também age rapidamente, matando as pragas entre 15 a 20 minutos depois da aplicação.
O SC, diferentemente do CE, possui efeito residual, ou seja, permanece agindo no ambiente dias após a aplicação. Até 60 dias após o uso.

Resumidamente:tabela k-othrine

E por hoje é isso.
Espero ter esclarecido a diferença entre o K-Othrine SC para o K-Othrine CE.

Caso tenha alguma dúvida sobre o princípio ativo de ambos os produtos (deltametrina), o potencial tóxico para humanos e animais e os cuidados a se tomar, dá uma lida na matéria: Review – K-Othrine SC.
Lá esclareci todas essas questões!

Um SUPER beijo e até a próxima!


Literatura utilizada:

  1. BAYER SAÚDE AMBIENTAL. K-othrine® ce 25 250ml. Disponível em: <http://www.environmentalscience.bayer.com.br/faca-voce-mesmo/produtos/k-othrine-ce-25>. Acesso em: 19 dez. 2016.
  2. BAYER SAÚDE AMBIENTAL. K-othrine® sc 25 – 30 ml. Disponível em: <http://www.environmentalscience.bayer.com.br/faca-voce-mesmo/produtos/kothrine%20sc%2025%20%2030%20ml>. Acesso em: 19 dez. 2016.

 

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